Surgidas entre os povos germânicos e nórdicos (c. século II d.C.), as runas eram mais do que letras: eram forças vivas. Gravadas em pedra, madeira ou metal, cada símbolo carregava um poder arquetípico ligado à natureza, ao destino e aos deuses como Odin. O lançamento das runas revelava tendências do destino através da leitura simbólica.






