Os EGLYPHOS são mais do que cartas.
São chaves arquetípicas, símbolos ancestrais que atravessam culturas, eras, mitologias e tradições espirituais para formar um único sistema: um alfabeto místico capaz de dialogar diretamente com o inconsciente.
Cada carta do baralho traz consigo um glifo ancestral, uma imagem carregada de poder simbólico, retirada de civilizações que viram o sagrado com profundidade: Egito, China, Asteca, Índia, Celtas, Nórdicos, Sumérios e muitos outros.
Cada letra é uma porta; cada símbolo, um espelho.
Juntos, formam o mapa do tesouro da alma.
“Revele agora a carta que o destino escolheu para você.”
Ao fazer uma tiragem — seja de 1, 3 ou 7 cartas — o oráculo revela:
O símbolo ancestral (o arquétipo que se levantou)
A palavra formada pela letra (o código do destino)
A força oculta que se movimenta em sua vida
A direção energética e espiritual do momento
A chave interpretativa que conecta símbolo, história de vida e propósito
Cada Eglypho corresponde a uma letra do alfabeto, formando palavras que funcionam como mensagens oraculares codificadas.
É o oráculo falando na linguagem da alma.
O símbolo é o arquétipo universal, a força que se ergue do inconsciente coletivo.
Por exemplo:
Ankh (vida)
Khepri (renascimento)
Triskelion (movimento cíclico)
Uróboros (união dos opostos)
Véu de Ísis (mistério)
Cada carta traz consigo um impulso psíquico: cura, proteção, transformação, renascimento, conhecimento, ciclos, poder, mistério, etc.
Uma única carta revela o estado presente.
A pergunta é: “Qual energia se manifesta hoje?”
Um triângulo arquetípico:
Primeira: a base da questão
Segunda: a sombra ou bloqueio
Terceira: o caminho de luz
A leitura maior dos Eglyphos.
Revela o movimento completo das forças que cercam seu destino: origem, desafio, verdade oculta, energia ativa, força espiritual, conselho superior e desfecho.
A carta sem letra.
O 0 do oráculo.
O portal.
Ætherion representa o silêncio criador, o intervalo fértil entre mundos.
Ele não afirma — ele abre espaço.
Ele não empurra — ele permite.
É o guardião do não-manifesto, o sopro antes da primeira chama.
Quando surge, tudo pede pausa, presença, retorno à origem.
É o convite para ouvir o que a vida ainda não disse.
Porque são construídos sobre três pilares:
1. Psicologia profunda (Jung)
Os símbolos ativam diretamente o inconsciente.
Eles evocam imagens primordiais que orientam a psique desde tempos imemoriais.
2. Mitologia universal
Cada símbolo é retirado de uma civilização que viu o mundo como um templo vivo.
3. Espiritualidade simbólica do ANIMA DESTINI
O baralho não adivinha: ele revela.
Ele não prevê: ele desperta.
clareza
direção
consciência
alinhamento interior
rituais de percepção
símbolos que continuam trabalhando na alma
O oráculo conversa com você através de palavras, significados, imagens e sensações internas.
É uma conversa entre seu destino e sua essência.